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Ano 2014

25/03/2014
A ABIS apĆ³ia a Campanha do Agasalho 2014. ROUPA BOA, A GENTE DOA.

Em 11 de março pp. a ABIS participou do lançamento da Campanha do Agasalho 2014 em São Paulo, no Palácio dos Bandeirantes, que contou com a presença da Sra. Maria Lucia (Lu) Alckmin, presidente do Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo – FUSSESP.

Na ocasião, ela agradeceu a presença do Sr. Eduardo Weisberg, presidente da ABIS, o qual colocou nossa Entidade à disposição da Campanha salientando que com a adesão ao evento, os associados da ABIS, além de participarem de um trabalho de forte apelo social, teriam seus produtos associados a temporada de inverno, mostrando que os sorvetes podem ser consumidos sem restrição o ano todo independente de temperaturas baixas.

O presidente da ABIS também destacou que esta idéia será lançada por todo o Estado de São Paulo e recomenda a adesão de seus associados à Campanha pois juntos podemos desenvolver um trabalho impar, com retornos para todo o setor e para as pessoas carentes que serão beneficiadas com roupas de inverno pela louvável iniciativa do FUSSESP em parceria com a ABIS.

Fonte: ABIS

07/02/2014
Rio beneficia setor de alimentos

O governo fluminense vai conceder tratamento tributário especial para indústrias do setor alimentício. A novidade está no Decreto nº 44.636, publicado na edição de sexta-feira do Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro.

Pela nova norma, em algumas operações, o ICMS passará a ser recolhido somente no momento da venda de produtos finais. Estão incluídas, por exemplo, a importação, aquisição interna ou interestadual de máquinas, equipamentos, peças, partes e acessórios destinados ao seu ativo fixo; a importação de insumos destinados ao processo industrial, exceto material de embalagem; e a aquisição interna de insumos para o processo industrial, exceto energia e água.

O decreto também concede um crédito presumido para reduzir o ICMS a 4% nas operações internas e interestaduais, tributadas normalmente a 12% ou 7%. Estão em um dos três anexos do decreto: azeite, azeitona, óleo de girassol, bebidas à base de chocolate e sorvete, entre outros.

Em relação às mercadorias listadas em outro anexo, o crédito presumido deverá resultar em ICMS de 3% nas operações internas e interestaduais tributadas a 12% ou 7%. Esse benefício alcança, por exemplo, chocolates, barra de cereal e gelatina. Já para os alimentos que constam em um terceiro anexo, como molhos prontos, pão de queijo, broinha e sal refinado, o ICMS será de 2,5% nas operações internas e interestaduais tributadas a 12% ou 7%.

No caso dos alimentos citados nos três anexos do decreto, o crédito presumido de ICMS deve resultar em 2% a pagar nas operações interestaduais comumente tributadas a 4%.

Para se enquadrar no tratamento tributário especial, que valerá por dez anos, o contribuinte deverá apresentar pedido à Companhia de Desenvolvimento Industrial do Estado do Rio de Janeiro (Codin). Não poderá ser enquadrada a empresa que esteja irregular no Cadastro Fiscal do Estado ou tenha débito com a Fazenda Estadual. Também está impedida a que estiver irregular ou inadimplente com parcelamento de débitos fiscais ou tenha passivo ambiental.

Fonte: JORNAL VALOR ECONÔMICO

07/02/2014
Altas temperaturas criam expectativa positiva para indústria de sorvetes

Associação comemora aumento nas vendas em 2013 e prevê 2014 melhor. G1 visitou fábrica de sorvetes que aumentou em 50% as vendas neste ano.

O forte calor que atinge o litoral de São Paulo nas últimas semanas não tem sido comemorado apenas pelos banhistas que aproveitam as praias da região. As sorveterias da Baixada Santista estão aproveitando o momento para faturar bem mais por causa das altas temperaturas. De acordo com a Associação Brasileira das Indústrias e do Setor de Sorvetes (ABIS), a expectativa é que a produção e o consumo de sorvetes aumente em 2014, justamente por causa do calor acima do esperado.

Além de esperar o aumento para este ano, Eduardo Weisberg, presidente da ABIS, estima que o consumo do produto já tenha aumentado em 2013 em relação a 2012. "Com certeza tivemos um aumento na produção e no consumo de sorvetes em 2013. Ainda não temos dimensão de quanto porque o número não foi calculado oficialmente. Mensurar e dar números exatos é algo difícil, porém a consumação no ano passado teve um aumento em comparação ao ano de 2012, quando a consumação chegou a 1209 milhões de litros em todo o Brasil", afirma. Os números oficiais saem até abril.

Para o ano de 2014, Eduardo afirma que trabalha com a ideia de um aumento de vendas, justamente por causa do aumento das temperaturas. Entretanto, ele acredita que ainda é muito cedo para confirmar as expectativas, já que a economia pode influenciar no balanço final. "Ainda estamos em janeiro e passamos por um verão com temperaturas acima do normal, porém a economia também influencia nas vendas e, por isso, ainda não podemos dar certeza de nada. Porém, acreditamos que vá subir", conclui.

A sorveteria Itanhaém, localizada em Santos, no litoral de São Paulo, já experimenta o bom momento do setor. Somente no primeiro mês deste ano, três funcionários foram contratados para dar conta do aumento de 50% na demanda. Além disso, novos sabores estão sendo desenvolvidos para atender diferentes paladares. O G1 visitou a fábrica da sorveteria para entender como funciona o processo de fabricação dos sorvetes.

Negócio de sucesso
Em Santos, a sorveteria Itanhaém é um estabelecimento que possui um trunfo a mais para atrair os consumidores. A receita dos sorvetes, inalterada há quatro décadas, é guardada a sete chaves pelos fabricantes, que aproveitam um dos verões mais quentes dos últimos anos para faturar alto. Segundo Odenir Fonseca, de 43 anos, responsável pela parte comercial e de venda da sorveteria, os meses mais lucrativos são dezembro, janeiro e fevereiro.

No verão, a produção chega a 20 mil litros de sorvete por dia. Já no inverno, esse número cai para cinco mil litros por dia. “Em relação a janeiro de 2013, nossa produção aumentou mais de 50%. Depende muito do clima também. Esse ano foi favorável, fez sol e calor quase todos os dias. O pessoal acaba consumindo mais sorvete”, explica Fonseca.

As receitas da sorveteria são passadas de geração para geração. O casal Maria e Branko Dimitrievitch abriu a primeira loja na Praça da Independência, no coração do Gonzaga, em 1969. No mesmo local, eles produziam os sorvetes. “Tudo era feito lá. Era um processo bem artesanal”, conta Felipe Ferreira Dimitrievitch, que hoje assumiu o negócio dos pais. A família viu que o negócio estava dando certo e resolveu comprar um galpão para montar um espaço maior para a produção.

Os anos passaram e o sucesso da sorveteria aumentou, assim como a produção. “Antes eram equipamentos menores. Agora temos outros e está ampliado”, comenta Felipe. O galpão foi aumentando e recebeu mais máquinas, além de mais funcionários. A sorveteria da Praça da Independência permaneceu funcionando e outros pontos de venda também foram abertos, em São Vicente e em Itanhaém.

Apesar de o sorvete ser feito em uma fábrica, a receita ainda é a mesma. “Agora não dá para ser 100% artesanal. Por outro lado, tudo é preparado aqui. As frutas e os ingredientes. É um misto de artesanal e industrial”, afirma Felipe.

Agora, a dona das receitas da década de 1960 acompanha o trabalho do filho na sorveteria, mas não coloca a mão na massa. As sorveterias ficaram sob responsabilidade de Felipe, mas Maria fica sempre por perto para aprovar cada sabor. “Ela sempre está por aqui. Sempre que a gente faz alguma coisa, nós passamos pela dona Maria”, fala o filho.

Na sorveteria familiar existe a produção de sorvetes em potes de dois litros e copões de 335 ml, que são destinados a supermercados e padarias, além dos potes de sete litros, para o serviço de sorvete por quilo nas sorveterias. Ao todo, são 49 sabores, sendo que seis também são feitos na versão diet.

Para dar conta da produção, o dono teve que contratar mais funcionários para trabalhar durante o verão. “Foram três pessoas contratadas para a temporada. A gente sempre faz uma média e calcula pela necessidade para contratar”, explica.

Do quente para o frio
Ronaldo da Silva é o gerente de produção da fábrica de sorvetes. Segundo ele, a preparação da massa tem várias etapas.

Os sorvetes de creme, chocolate e flocos são os mais vendidos. O gerente de produção explica que o primeiro passo para a fabricação dos sorvetes é a pasteurização. O leite, a gordura, a glicose, o açúcar estabilizante e, se necessário, o chocolate se misturam em uma temperatura que pode chegar a 80ºC. Em seguida, o líquido é misturado com água em outra máquina para o processo de homogeneização.

O mesmo líquido é resfriado duas vezes, de 75ºC a 30ºC em uma máquina e de 30ºC para 6ºC em outra. Depois, ele passa para a máquina de maturação. Lá, o líquido começa a ficar com a textura de um sorvete, em uma temperatura entre 2º e 4ºC. O líquido permanece nesse recipiente por, pelo menos, quatro horas. Em seguida,  o sorvete sai da tuna de maturação por mangueiras e é levado para outra máquina, que finaliza o processo da massa, que já está entre 4º e 8º C.

Feito esse processo, o sorvete já está quase pronto. O último passo é adicionar frutas ou confeitos na massa do sorvete, como no sorvete de flocos, por exemplo. Depois, a massa sai por uma tuna e vai direto para o pote, que recebe o rótulo e vai para a esteira. Lá, a embalagem recebe o prazo de validade e a data de fabricação.Os potes são acondicionados em uma espécie de frigorífico para sorvetes, de onde saem apenas alguns dias depois, quando ficam prontos para consumo.

Fonte:g1.globo.com - Santos e Região aqui

29/01/2014

Desenvolvimento de Novos Produtos
De 19 a 20/03/2014

 

Objetivo: Apresentar técnicas de desenvolvimento de novos produtos, dando uma visão geral do processo, desde planejamento, projeto, produção e custos

Público Alvo: Técnicos da área de pesquisa e desenvolvimento de novos produtos de empresas de alimento ou ingredientes

Coordenador: Marcia Paisano Soler
Horário Geral: 8:00 às 17:30
Local: Instituto de Tecnologia de Alimentos – ITAL – Campinas - SP

Temas que serão abordados

  1. Gestão de Projetos de Desenvolvimento de Novos Produtos - Conceituação inicial
  2. Gestão de Projetos de Desenvolvimento de Novos Produtos - Etapas do desenvolvimento de produtos
  3. Princípios de processamento de alimentos
  4. Aditivos e ingredientes utilizados pela indústria de alimentos"
  5. Substituição de ingredientes, (diet, light e reduzido)
  6. Planejamento de Experimentos no Desenvolvimento ou Melhoramento de Produtos e Processos
  7. Avaliação econômica

Investimento

  Até 10/02/2014 De 11/02 a 10/03/2014 Após dia 10/03/2014
Profissionais R$1.000,00 R$1.100,00 entrar em contato com o setor de Eventos
Funcionário público R$900,00 R$1.000,00
Estudante (5 vagas) R$500,00 R$600,00

As inscrições encerram-se dia 10/03/2014 via site. Após esta data, favor entrar em contato com o setor de Eventos.


ITAL - Instituto de Tecnologia de Alimentos
Av. Brasil, 2880, Campinas, SP - CEP 13070-178
Contato: Vitória / Denise
Tel: (19) 3743-1758 / 1744
E-mail: eventos@ital.sp.gov.br
Website: www.ital.sp.gov.br

 
 

06/01/2014



REVISTA EMBANEWS Ano 24 – Edição 286 – Janeiro 2014

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