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Ano 2010

19/3/2010
ICMS pago na ponta prejudica negócios das empresas, diz CNI.

A expansão da cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) pelo regime da substituição tributária sobre um número cada vez maior de produtos, que vem sendo decidida pelos fiscos estaduais e do Distrito Federal, foi desaprovada por 58% de 1.193 empresas pesquisadas pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Pelo sistema, o ICMS é pago por quem vai vender o produto, ou seja, na ponta do sistema, deixando isenta da cobrança a indústria, em geral de outro estado. No sistema convencional, o produto é taxado na origem e não no estado onde vai ser vendido. A adoção da cobrança dentro do sistema de substituição tributária é decidida pelos fiscos estaduais sob alegação da simplificação, objetivando, segundo defendem, a concentração da arrecadação e evitando a evasão fiscal.

A enquete da CNI foi realizada através de Sondagem Especial que submeteu um questionário a 668 pequenas, 339 médias e 186 grandes empresas, de 4 de janeiro a 22 de janeiro.

De acordo com o gerente executivo da Unidade de Política Econômica da CNI, Flávio Castelo Branco, a fixação da substituição tributária sobre um mesmo produto é, no entanto, diferenciada entre os estados, pois as secretarias de Fazenda têm autonomia para decidir por sua adoção e fazem alterações também apoiadas pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), do Ministério da Fazenda.

Castelo Branco assegura que o regime de cobrança de ICMS conhecido como substituição tributária "reduz a competitividade das empresas porque aumenta o custo dos produtos, reduz o fluxo de caixa e aumenta as despesas administrativas”.

Segundo a Sondagem Especial da CNI, 59% dos empresários afirmaram que tiveram novos produtos incluídos nesse tipo de cobrança nos últimos anos, 63% disseram que a substituição tributária impacta negativamente o seu fluxo de caixa, 49% tiveram reduzida a margem de lucro com a substituição tributária, 59% consideram elevados os parâmetros utilizados para o cálculo do imposto e 45% das empresas sofreram reavaliação dos parâmetros utilizados para a substituição tributária nos últimos 3 anos.

As pequenas e médias empresas são as mais prejudicadas, conforme a CNI.. Apenas 10,7% delas tiveram redução dos parâmetros para fixação do cálculo do ICMs nos últimos 3 anos, segundo a pesquisa. Os automóveis, cigarros, combustíveis, vestuário e sorvetes são exemplos de produtos sobre os quais pesa a aplicação da substituição tributária.

Agência Brasil

9/3/2010
ProRural promove Iº Encontro das Empresas de Sorvetes de Pernambuco.

Na próxima quarta-feira (10), a Secretaria de Desenvolvimento e Articulação Regional – por meio do Programa de Apoio ao Pequeno Produtor Rural (ProRural) - realizará o Iº Encontro das Empresas de Sorvetes de Pernambuco. O evento, que acontece das 9h30 às 12h30 no auditório Pe. Lebret, sede do ProRural, é mais uma etapa do acordo de cooperação “Produtos Comunitários para o Mercado de Alimentos e Bebidas”. Trata-se de uma parceria público-privada entre o ProRural; a GTZ, empresa alemã de Cooperação Técnica; a Atrium Ingredients Business, empresa do ramo de alimentos e a Associação Brasileira de Indústria de Sorvetes (ABIS).

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28/2/2010
Brasil é o 10º em consumo de sorvetes.

Apesar de bastante concorrido – com atuação de cerca de 10 mil fabricantes no País, segundo dados da Associação Brasileira das Indústrias de Sorvetes (ABIS) –, o mercado local tem bastante espaço para crescer. Isso porque, atualmente, o Brasil ainda ocupa a 10ª posição no ranking mundial de consumo de sorvetes, perdendo para países de clima gelado como Canadá, França e Suíça. Mas o consumo per capita do produto vem crescendo ao longo dos anos. Entre 2003 e 2008, ele aumentou 24%. Atualmente, calcula-se que um brasileiro ingere anualmente entre quatro e cinco litros de sorvete. Em alguns países nórdicos, esse número chega a ser cinco vezes maior.
Jornal do Commercio Leia mais

27/2/2010
Guerra fria

Dentro dos congeladores dos supermercados, eles estão a 21 graus negativos. Mas do lado de fora, grandes nomes do sorvete nacional disputam com empresas regionais um mercado aquecidíssimo. Como resposta imediata à alta concorrência, o consumidor se depara com um imenso e sedutor universo de sabores. E, mais do que isso, comemora um inédito barateamento dos produtos nas embalagens de dois litros, que hoje podem ser encontradas até por R$ 7. O fenômeno é síntese do bom momento vivenciado pelo setor em Pernambuco, que desponta como líder nordestino na fabricação de sorvetes.
Jornal do Commercio Leia mais

20/2/2010
Sorvete é o melhor antídoto contra calor e pode virar moda no inverno.

O forte calor e as temperaturas elevadas no Rio, que já chegaram a ultrapassar os 41 graus, estão provocando o desaparecimento de alguns sorvetes e picolés do mercado. Basta circular por alguns quiosques da orla ou padarias da cidade para constatar o fato.

Com mais de 30 anos trabalhando em uma carrocinha no Arpoador (Zona Sul), o vendedor Fausto Rodrigues confirma que a variedade torna-se menor no período.

– Tenho terminado os dias praticamente sem sorvetes para vender. Os sabores de frutas e de chocolate são os mais procurados. Acho que o produto vem servindo de alternativa para o povo conseguir se livrar do calor – analisa.

A procura do carioca é o retrato de uma pesquisa feita pela Associação Brasileira das Indústrias de Sorvetes (ABIS), onde foi constatado que dos 950 milhões de litros do produto fabricados anualmente, 73% é consumido apenas nos meses mais quentes do ano, ou seja, de setembro até março. O presidente da ABIS, Eduardo Weisberg, diz que uma distorção cultural é a principal responsável pela discrepância entre a venda de sorvetes nas diferentes estações.

– Uma empresa do ramo foi a responsável por destruir o mercado. Conseguiu criar a filosofia de que o sorvete no palito deve ser consumido na praia debaixo de sol forte. Isso não existe no resto do mundo, somente no Brasil. No inverno, por exemplo, grupos de amigos se encontram para tomar cerveja, mas não pedem um sorvete. Mesmo assim, o mercado cresceu 3% em 2009 – lembrou Eduardo.

A gerente de finanças da sorveteria Itália, Simone Viana, revela que a empresa também acompanha a tendência brasileira, mas destaca que na Zona Sul do Rio, onde existem 22 lojas da marca, a diferença existente entre as estações é relativamente menor.

– Acredito que o lançamento de uma linha de sorvetes cremosos está favorecendo o equilíbrio nas vendas. Hoje, o consumo durante os meses de mais calor representa 60%. Parte da população já aprendeu que sorvete serve para qualquer época do ano – diz.

É justamente o caso das primas Antônia Hortênsia, 14, e Tatiana Silva, 20, moradoras de Copacabana. O passeio favorito delas, na orla, sempre é acompanhado de um picolé, independentemente da estação.

– Tenho o hábito de tomar sorvete em qualquer período do ano. Adoro e ainda me sinto alimentada, mas não abro mão do sabor: tem que ser de chocolate, sempre – frisa Tatiana.

O mercado de sorvetes no Brasil movimenta cerca de R$ 2 bilhões por ano. Apesar do alto consumo no verão, os números perdem expressão quando comparados aos de outros países. Em média, o brasileiro ingere 4,7 litros anuais, menos de um terço do consumo per capita registrado em alguns países nórdicos e frios, como a Dinamarca.

De acordo com dados do Euromonitor, os dez sabores mais consumidos no Brasil são: chocolate (28,8%), baunilha (10,3%), morango (9%), creme (3,8%), caramelo (3%), coco (3%), abacaxi (2,2%), passas (2,2%), maracujá (1,9%) e rum (1,9%). O consumo dos sabores de frutas tropicais também cresce vertiginosamente por aqui.

JB Online

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