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Ano 2010

20/2/2010
Médicos negam mitos como o choque térmico e os resfriados.

Contrariando alguns ditados populares, médicos especialistas negam que sorvetes podem provocar algum tipo de choque térmico quando consumidos debaixo de sol forte. Já durante o inverno, os responsáveis costumam cortar o produto dos cardápios infantis, temendo que o gelado possa contribuir para gripes e resfriados, o que também é desmentido pelos especialistas.

– É comum escutar esse tipo de pergunta de pais e mães. Não existe qualquer mal que possa ser provocado pelo simples fato de ingerir sorvete, seja no inverno ou no verão. Choque térmico, resfriados e outras doenças são lendas que foram criadas pelo senso comum. Só peço uma atenção especial ao elevado consumo, o que pode provocar cáries dentárias – destacou o médico pediatra do Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (Cremerj), Carlindo Machado.

Também na área odontologia, o dentista Robson Cavalcanti, 40, alerta para os riscos de exposição do esmalte dentário ao frio excessivo durante um longo período.

– O esmalte do nosso dente funciona como uma capa de proteção. Quando ele fica em contato ininterrupto com o gelo, já a partir do primeiro minuto começa a gerar sensibilidade que enfraquece o dente. Não há qualquer problema em se tomar um sorvete. O que não pode é deixar o gelo em contato direto com o dente – destacou Robson.

O setor aponta para a entrada definitiva do produto no rol dos alimentos lácteos, já que os sorvetes podem atingir 135mg de cálcio por cada 100g do produto, o que representa de 8% a 16% da dose diária recomendada.

Jornal do Brasil

20/2/2010
Do campo para as sorveterias.

Projeto visa inserir produtores de frutas de Pernambuco na lista de fornecedores de polpa para produção de sorvetes, inclusive para o mercado externo

De Dormentes, no Sertão pernambucano, para a Europa. Pequenos produtores de polpas de frutas tropicais de várias regiões do Estado serão capacitados para aperfeiçoarem suas produções e assim ganharem espaço no mercado interno e, sendo fornecedores da indústria nacional de sorvetes, conquistarem consumidores europeus e norteamericanos.

Esse é o objetivo do projeto Produtos Comunitários para o Mercado de Alimentos e Bebidas, tocado em conjunto pela Secretaria de Desenvolvimento e Articulação Regional, Associação Brasileira da Indústria de Sorvetes (ABIS), GTZ (empresa alemã de cooperação técnica) e a Atrium Ingredients Business, companhia do ramo alimentar. Atualmente, um diagnóstico sobre a qualidade, volume de produção e condições de fabricação e logística das polpas está em fase final de elaboração. Com ele em mãos, as entidades empresariais irão iniciar rodadas de negócios. A primeira deve ocorrer já no próximo mês.

A produção de polpas de umbu, acerola, goiaba, graviola, maracujá, manga e outras frutas é antiga no Estado. O problema é que os pequenos produtores encontram-se bastante espalhados e dependem de atravessadores (pessoas que, na maioria das vezes, adquirem os produtos a preços muito baixos e vendem por muito mais) para comercializarem a mercadoria. Ou do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) do Ministério do desenvolvimento Social e Combate à Fome. Ocorre que, assim como aconteceu em 2009, cortes no orçamento do órgão resultam em reduções nas compras dos produtos, prejudicando o agricultor familiar.

Diante desse cenário, o primeiro passo do projeto foi integrá-los em associações, explica o secretário de Desenvolvimento e Articulação Regional, José Patriota. Assim, terão maior poder de barganha nos valores dos insumos e nas negociações de venda. Participam do programa 19 pequenos fabricantes, com a previsão que dois novos integrantes se juntem ao grupo. “Muitos trabalham no fundo de quintal. Outros possuem uma pequena estação de beneficiamento. É bem diversificado”, comenta Patriota.

Concluída a análise, a ABIS terá os subsídios suficientes para apresentar os produtos às fábricas de sorvete de todo o Brasil. As deficiências que porventura serão encontradas serão resolvidas com assistência técnica especializada e disponibilização de sementes selecionadas - a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) irá fornecer sementes de umbu, por exemplo, que resultam em um fruto maior e mais resistente, aumentando a produtividade.

O presidente da ABIS, Eduardo Weisberg comenta que o principal objetivo do projeto é prover a indústria nacional de uma nova cadeia de fornecedores, devidamente qualificados e detentores de um produto de ampla aceitação no mercado externo: os sorvetes de frutas tropicais. “E não é só. Não queremos apenas atuar como compradores. Nosso objetivo é que os produtores, com o tempo, adquiram know how, se capacitem e tenham as suas próprias agroindústrias”, acrescenta Weisberg.

Outro ponto favorável para o setor industrial será o de tentar uma inserção do sorvete na merenda escolar. Segundo a Lei Federal nº 11.947, 30% dos ingredientes que compõem as refeições fornecidas para os alunos da rede pública de ensino devem ter como origem a agricultura familiar. Adquirindo a polpa pernambucana, a indústria de sorvetes terá um bom argumento para brigar pela inclusão de sorvete na merenda e ganhar, com isso, mais um mercado consumidor.

Jornal do Commercio – PE

11/2/2010
Licitação Para Sorvete Em Troca De Praças Limpas.

A Secretaria Especial da Ordem Pública (Seop) anunciou ontem a abertura de licitação para escolher empresas interessadas em manter até 600 carrinhos de sorvetes nas ruas da cidade. O Rio foi dividido em três áreas e, como antecipou a coluna Gente Boa, o vencedor de cada uma delas, além de pagar pela exclusividade dos pontos, terá que se responsabilizar pela conservação de sete praças por cinco anos.

— Os fabricantes de sorvete vão ocupar o espaço público e podem perfeitamente oferecer uma contraprestação de serviços para a população. Isso inclui manter as áreas verdes, brinquedos e o mobiliário — disse o secretário de Ordem Pública, Rodrigo Bethlem.

O primeiro lote oferecido (Centro e Tijuca) inclui a Cinelândia e a Praça Saens Peña. Segundo a prefeitura, o custo anual de manutenção chega a R$ 357 mil por ano. No segundo lote (zonas Sul e Oeste) foram incluídas as praças Nossa Senhora da Paz (Ipanema) e EcoBarata (Realengo), cuja manutenção custa os cofres públicos R$ 465 mil por ano. O terceiro lote (Barra da Tijuca, Recreio dos Bandeirantes e Jacarepaguá) incluem a Praça do Ó (Barra), Saiqui (Vila Valqueire) e Valdemiro de Souza Rocha (Vigário Geral), onde são gastos R$ 460 mil anuais na conservação.

Empresa pagava cerca de R$ 100 por 260 carrocinhas Segundo o secretário, desde a década de 90, apenas a Nestlé tem autorização para manter os carrinhos. Para isso, pagava uma taxa de ocupação de área pública, de R$ 100 por 260 carrocinhas, cada. O alvará não foi renovado para permitir a licitação. Como o objetivo é conservar as praças, a prefeitura estipulou em R$ 1 mil o valor de cada lote. As regras não impedem a formação de monopólio, já que não há restrições para que uma empresa dispute os três lotes. Para estimular a participação de fabricantes de menor porte, será permitida a participação de consórcios.

Bethlem acrescentou que o próximo alvo de licitação serão as carrocinhas que vendem chope na orla. Segundo ele, o ex-prefeito Cesar Maia autorizou, sem concorrência, a instalação do equipamento em troca de máquinas usadas pela Comlurb na limpeza das areias. As carrocinhas servem a bebida ao lado dos quiosques administrados pela empresa Orla Rio.

— As máquinas prestam um bom serviço na limpeza das praias, mas o Ministério Público nos orientou a fazer uma licitação seguindo o que determina a lei — disse Bethlem.

Essa não foi a primeira licitação feita pela prefeitura prevendo a contraprestação de serviços. No mês passado, a Riotur realizou uma licitação para a montagem da infraestrutura do carnaval de rua. Por intermédio da marca Antarctica, a distribuidora Ambev venceu a concorrência para fornecer uniformes e materiais de trabalho para os ambulantes credenciados para trabalhar nos blocos. Em troca, a empresa arcará com os custos da instalação de banheiros químicos, da decoração de carnaval da Avenida Rio Branco e de guias, com informações sobre os blocos, a serem distribuídos em hotéis, bares, restaurantes e outros pontos de grande circulação de pessoas.

O Globo – RJ

11/2/2010
SEMINÁRIO: QUEIJOS: Novas Tendências e Tecnologias.

O Centro de Tecnologia de Laticínios do Instituto de Tecnologia de Alimentos (TECNOLAT/ITAL) realizará no dia 08/04/2010 o SEMINÁRIO: QUEIJOS: Novas Tendências e Tecnologias. Este evento tem como principal objetivo a difusão do conhecimento de novas tendências e tecnologias na produção de queijos, aspectos de saúde, nutricionais e de legislação na comunidade científica e nos setores industriais e governamentais como um todo.
Para inscrições consultar a página do Ital: www.ital.sp.gov.br/eventos

Informações podem ser obtidas pelo telefone (19) 3743-1757/ 1708

Ital Leia mais

29/1/2010
ProRural viabiliza convênio para fortalecer produção de polpa de frutas e agricultura familiar.

Na próxima quarta (20) e quinta-feira (21), técnicos do ProRural serão capacitados para atuar no fortalecimento da Rede de Agroindústrias de Polpas de Frutas de Pernambuco. Na última terça-feira (12), representantes do ProRural, GTZ (Cooperação Técnica Alemã), da empresa Atrium Ingredients Business e da Associação Brasileira de Indústria de Sorvetes (ABIS) se reuniram para discutir o fortalecimento desta rede. A iniciativa faz parte do acordo de cooperação “Desenvolvimento de Produtos Comunitários para o Mercado de Alimentos e Bebidas”, a ser assinado entre as instituições.

O projeto visa o aumento da qualidade das polpas de frutas produzidas por empreendimentos de agricultores familiares do Sertão, Agreste e Zona da Mata. Dentre os impactos socioeconômicos esperados, figuram o aproveitamento sustentável dos recursos naturais, a dinamização da economia local, melhoria da qualidade de vida, estabelecimento de parcerias com empresas, entre outros.

O diagnóstico da produção das Redes de Agricultura Familiar, primeira fase do projeto, está se realizando nos municípios de Bonito, Flores, Chã Grande, Gameleira e Mirandiba.

Pro Rural - SP

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