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Ano 2009

30/12/2009
Rede Bodega vai fornecer polpas de frutas típicas da Caatinga durante a Copa e Olimpíadas do Brasil.

Refrescar-se em dias quentes durante a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016, eventos que serão realizados no Brasil, terá um gostinho diferente. Brasileiros e pessoas de várias nacionalidades vão conhecer o sabor típico da Amazônia, do Cerrado e da Caatinga que vai ser apresentado em forma de picolé, sorvete e suco em caixa, projeto da Organização Não-Governamental (Ong), Agendha, por meio da Rede Bodega de Produtos Sustentáveis da Caatinga.

O gosto da caatinga virá de Alagoas, da Bahia, do Ceará, de Pernambuco e do Rio Grande do Norte, das 30 associações e cooperativas localizadas em pontos longínquos desses estados. Comunidades produtoras incrustadas em locais de difícil acesso, formada por 2,5 mil famílias, geralmente lideradas por mulheres.

São grupos de pessoas que transforma caju, cajarana, licuri, mel e umbu em geléias, doces e bebidas, totalizando 682 produtos. Eles também trabalham com artesanato, sempre apostando na variedade. Só com a palha, por exemplo, os homens e mulheres dessas associações produzem 102 artigos.

A oportunidade de divulgar a produção dos integrantes da Rede Bodega veio após uma parceria firmada entre ela, a Associação Brasileira das Indústrias de Sorvete (ABIS) e a Atrium Ingredients Business, com apoio do acordo de cooperação entre o Brasil e a Alemanha. A parceria engloba ainda produtos que fazem parte dos biomas da Amazônia e do Cerrado.

Para os eventos que vão reunir multidões vindas de todas as partes do mundo, 30 produtos com a mais pura essência brasileira, dos quais dez devem vir da caatinga. Segundo a coordenadora-geral da Agendha, Edvalda Aroucha, a Bodega só atua com produtos da biodiversidade e preza pela máxima aproximação entre o produto processado e o produto em estado natural.

“O objetivo é divulgar o bioma da caatinga, mostrando que é possível viver dele de forma digna e sustentável”, explica. Ela diz ainda que os produtores vendem apenas o excedente: “Mais importante do que vender é usar para eles próprios”.

Tendências e Mercados

22/12/2009
Produtos da Caatinga e do Cerrado ganharão destaque nos próximos anos.

Organizações produtivas do interior do Nordeste estão acessando o mercado a partir da construção da Rede Bodega de Produtos Sustentáveis do Bioma Caatinga; sabores exóticos de frutas regionais estarão em breve em picolés, sorvetes e sucos

Regina Xeyla

Picolé de açaí, ou de açaí com banana, além de sucos de maracujá da caatinga e de açaí com guaraná. Esses são algumas das novidades que turistas do mundo inteiro vão encontrar ao chegar no Brasil em 2014 e 2016, anos de Copa do Mundo e da Olimpíada, respectivamente.

Por trás desses produtos de sabores bem brasileiros está um importante e amplo trabalho da Rede Bodega de Produtos Sustentáveis do Bioma Caatinga que beneficia 2,5 mil famílias do Cerrado, da Caatinga e da Amazônia.

A organização não-governamental Agendha é responsável por tecer os fios dessa rede, que trabalha com base nos princípios do comércio justo e solidário. A ONG foi criada em 2003 para a realização de serviços de assessoria e gestão em estudos da natureza, desenvolvimento e agroecologia.

Sua atuação prioritária é na Zona Semi-Árida e Sub-Úmida Seca do Nordeste, mais precisamente no Bioma da Caatinga. Ela busca construir uma estratégia permanente de comercialização dos produtos da sociobiodiversidade e simultaneamente a divulgação, sensibilização e efetivação das potencialidades das caatingas e de seus agentes.

Recentemente a Rede Bodega assinou convênio com a Associação Brasileira das Indústrias de Sorvete (ABIS) e com a empresa Atrium Ingredients Business, e obteve apoio do Acordo de Cooperação entre a República Federativa do Brasil e a República Federal da Alemanha. A parceria via possibilitar a criação de sorvetes e sucos tendo como matéria-prima os frutos da Caatinga, do Cerrado e da Amazônia.

“Os eventos previstos para os próximos anos no Brasil - entre eles, a Expo Mundo em 2016 - serão uma chance única para divulgar esses sabores diferenciados, tão pouco conhecidos em nível nacional e internacional”, afirma Maurício Lins Arocha, responsável pelos produtos da sócio-biodiversidade na Agendha.

O convênio visa promover a qualidade e sustentabilidade dos empreendimentos da agricultura familiar, que têm como base a responsabilidade socioambiental, o comércio ético, justo e responsável. Serão produzidos picolés, sorvetes, polpas e sucos de 30 frutas do Cerrado, da Caatinga e da Amazônia. “Os primeiros produtos já criados são os picolés nos sabores de açaí, açaí com banana, além de sucos de maracujá da caatinga e de açaí com guaraná”, conta. Como estratégia de divulgação, esses produtos terão suas informações traduzidas em 20 idiomas.

Maurício Lins Arocha, a Caatinga e o Cerrado não têm recebido a devida valorização e divulgação que merecem. “O Capitulo VI, § 4º da Constituição Federal não prevê esses importantes biomas como patrimônio nacional, abrangendo apenas a Floresta Amazônica brasileira, a Mata Atlântica, a Serra do Mar, o Pantanal Mato-Grossense e a Zona Costeira”, lamenta. Segundo ele, as famílias que vivem nesses ecossistemas conseguem extrair matérias-primas para produzir mais de 800 produtos. “Dos 28 milhões de brasileiros que habitam o Bioma Caatinga, estima-se que 38% vivam em áreas rurais”.

A Rede Bodega de Produtos Sustentáveis do Bioma Caatinga nasceu em 2005. Trata-se de uma rede de organizações sociais que coletam, cultivam, criam e beneficiam produtos da Caatinga. Ela também busca comercializar os produtos na perspectiva de relação justa e solidária, incentivando o consumo saudável e sustentável. A Rede é tecida por 30 organizações ecoprodutivas dos estados do Rio Grande do Norte, Bahia, Ceará, Pernambuco e Alagoas, que formam o Bioma da Caatinga/Nordeste.

Os produtos dessas organizações, formadas por cooperativas, associações, grupos e entrepostos, são comercializados de forma itinerante em de feiras, rodadas de negócios e exposições locais, nacionais e internacionais. Também há vendas no mercado institucional, por meio de parcerias público-privadas e pelo blog da Rede. Ao todo são 682 produtos, entre alimentos, bebidas, artesanato e serviços. As bodegueiras, como são chamadas as mulheres que lideram as redes, são responsáveis por dar apoio às organizações da sua localidade.

“O nome Bodega trás à luz a denominação histórica e cultural de pequenos e diversificados estabelecimentos comerciais”, explica Maurício. A Rede também aproxima, por meio de palestras de orientação, as organizações e os programas institucionais do Governo Federal, como o Programa Aquisição de Alimento (PAA) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). Maurício explica que alguns grupos da rede já fornecem para a rede de lojas da Tok Stok e para o Pão de Açúcar.

Agência Sebrae de Notícias

15/12/2009
Sorveteria paulistana cria sabores com mascarpone e frutas vermelhas.

Raspberry & Summer Berries Smoothies, novo sabor da sorveteria Häagen-Dazs para o verão

Para se refrescar nos dias mais quentes do ano, a sorveteria Häagen Dazs, com várias unidades na capital paulista, criou dois novos sabores para seu cardápio.

Os gelados são Mascarpone, Passion Fruit & Truffles e Raspberry & Summer Berries Smoothie. O primeiro traz o queijo italiano originário da região da Lombardia e tem um leve toque de maracujá e pedaços de trufas de chocolate.

Já o Raspberry & Summer Berries Smoothies combina sorvete de frutas vermelhas com sorbet de framboesa. Os sabores serão vendidos por R$ 8,50 a bola, R$ 14, duas bolas e R$ 17, três bolas.

Folha On line

28/11/2009
Os sabores de sorvete estão cada vez mais exóticos.

Uma das boas coisas para se refrescar no calor é o sorvete. É difícil encontrar quem não goste. E o que é melhor: os sabores estão cada vez mais deliciosos e exóticos.

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