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Ano 2008

6/11/2008
Embalagens para sorvetes Nescau e Garoto.

A consultoria em branding FutureBrand foi a responsável pela criação das embalagens de duas novidades no segmento de sorvetes do mercado brasileiro: o Nescau, da Nestlé, e os sorvetes e picolés da Garoto, ambos originários de chocolates.

A Nestlé e Garoto encomendaram à FutureBrand a identidade visual dos produtos. A consultoria recebeu 13 prêmios por embalagens desenvolvidas entre 2007 e 2008 e também tem expertise em gestão de negócios e de pessoas, arquitetura, marketing, design e comunicação verbal.

A embalagem do sorvete Nescau segue a nova identidade visual do produto, com traços que remetem a energia, juventude, jogos eletrônicos e esportes radicais, reforçando a associação da marca com o público jovem. A expectativa da Nestlé é que o picolé Nescau seja um dos destaques deste verão em vendas na categoria “impulso” (produtos para consumo individual e imediato). Os meses de outubro a março são considerados os mais importantes para o segmento de sorvetes, concentrando 65% das vendas de todo o ano para essa área.

Já a linha de sorvetes Garoto está sendo comercializada nos estados do Espírito Santo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, além da cidade de Salvador. Já foram lançados os sorvetes Batom, Serenata de Amor, Opereta, Talento Avelã, Talento Castanha-do-Pará e Talento Intense. As embalagens dos sorvetes criadas pela FutureBrand seguem o mesmo padrão das dos chocolates.

AD Online - RS

6/11/2008
Real Time

A área de sorvetes da Nestlé lança a promoção “Galera conectada”, que distribuirá, até janeiro de 2009, dois aparelhos de mp4 da Sony por dia, além de dois automóveis Honda CR-V no final do verão. Para participar, o consumidor precisa adquirir qualquer produto da linha de picolés ou cones da marca e enviar o código de barras do interior das embalagens, por SMS, para o número 70000. O participante poderá ainda indicar um amigo no www.sorvetes-nestle.com.br ou pelo portal wap da promoção para aumentar suas chances de faturar um dos prêmios. A promoção, idealizada pela Future Group, será divulgada por meio de uma campanha criada pela JWT, fundamentada na internet e que compreende também mídia em metrô, mobiliário urbano e blitze nas rádios Mix, Metropolitana e 98 Beat.
Portal da Propaganda

22/10/2008
Sorvete está até 11,31% mais caro.

Indústria do setor justifica aumento pela alta de preços do leite, do açúcar e das embalagens. Quando o calor chegar de vez e o consumidor voltar a comprar sorvete com mais freqüência, ele verá que o picolé está 11,31% mais caro do que estava em janeiro. Quem comprar um pote de sorvete no supermercado também vai constatar um reajuste, porém um tanto menor: 6,32% no ano. Essa foi a inflação que o produto registrou desde o início de 2008, revela o Índice de Custo de Vida (ICV)do Consumidor do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

Para Cornélia Porto, coordenadora do ICV, a subida de preços do sorvete durante o inverno - quando o consumo do produto é mais baixo - pode ser uma estratégia da indústria para que os consumidores não percebam o aumento. “É comum a indústria reajustar os preços em junho e julho”, diz Cornélia. Ela pondera, entretanto, dizendo que o aumento não tem impacto significativo no bolso do consumidor. “O sorvete consome apenas 0,23% do orçamento do cidadão.”

Eduardo Weisberg, presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Sorvetes (ABIS), justifica o aumento pelo encarecimento do açúcar e do leite, dois ingredientes do produto. Pelo ICV, esses itens subiram, respectivamente, 4,13% e 4,25% no ano. “O custo das embalagens também aumentou para a nossa indústria”, acrescenta Weisberg.

Porém, o presidente da ABIS afirma que ó reajuste informado pelo Dieese corresponde à média. “Temos 10 mil empresas no setor, duas que dominam boa parte do mercado. Mas a maior parte é de micro e pequeno porte”, informa. “Por isso, as variações de preço entre as fabricantes e as sorveterias podem ser enormes, dependendo do mercado e da margem de lucro com que cada uma trabalha.”

Além das empresas que já estão no mercado, Weisberg estima que sejam abertos novos negócios neste verão. “Todo ano, há empresários que aproveitam essa fase para agarrar as oportunidades que o verão traz”, diz. “Eles podem contribuir para equilibrar os preços.”

Anualmente, a indústria produz 900 milhões de litros , incluindo sorvetes de massa, picolés e os chamados “sorvetes soft” (aquele tipo mais mole, que sai direto da máquina). Os picolés representam 20% deste mercado, ou 182 milhões de litros - são 550 milhões de unidades vendidas por ano. O sorvete soft corresponde a 8% do mercado (72 milhões de litros) e os sorvetes de massa por 72% ( 653 milhões de litros).

Em 2007, o faturamento do setor foi de US$ 1,3 bilhão.Para 2008, a ABIS estima que as indústrias, ao menos, repitam o crescimento registrado no ano passado, de 18%. “Temos muito espaço para crescer, porque o brasileiro ainda não adquiriu o hábito de tomar sorvete o ano todo”, avalia Weisberg. “O Brasil é apenas o décimo maior produtor de sorvete do mundo.”

INDÚSTRIA

900

MILHÕES DE LITROS
de sorvete de todos os tipos (massa, picolé e soft) são
produzidos no Brasil por ano

PERSPECTIVA

“Temos muito espaço para crescer. O brasileiro ainda não adquiriu o hábito de tomar sorvete o ano todo”,
Eduardo Weisberg, PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS
INDÚSTRIAS DE SORVETES

Carolina Dall’olio - Jornal da Tarde

21/10/2008
Sorvete Itália vai a São Paulo em 2009.

A rede Sorvete Itália, hoje com 16 lojas e seis quiosques, vai abrir, até dezembro, quatro franquias: Rio Sul, BarraShopping, Caxias e Bangu. Em 2009, a empresa carioca planeja mais quatro novos pontos de venda, além da estréia em São Paulo.
O Globo - RJ

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